Psicóloga com atuação em atendimento clínico voltado para jovens a partir dos 18 anos, adultos e idosos, oferecendo um espaço terapêutico ético, acolhedor e baseado em evidências. Sua prática é fundamentada na Análise do Comportamento (AC), buscando compreender as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos, e promover mudanças que favoreçam maior qualidade de vida e autonomia. Possui formação em Análise Funcional do Comportamento e a Prática Clínica e Formação Breve em Psicoterapia Breve pelo Instituto Fratelli, além de capacitação na clínica com mulheres vítimas de violência e em Transtornos Alimentares, o que amplia seu olhar sensível e técnico para diferentes demandas emocionais. Atualmente é pós-graduanda em Neurociência e Comportamento pela PUCRS, aprofundando o conhecimento sobre os processos neurocomportamentais que influenciam o funcionamento humano. Seu trabalho é pautado na escuta qualificada, no respeito à singularidade e na construção conjunta de estratégias que auxiliem o paciente a desenvolver repertórios mais saudáveis e funcionais diante dos desafios da vida.
Jovens a partir dos 18 anos, adultos e idosos.
Análise do Comportamento (AC)
* Análise Funcional do Comportamento e a Prática Clínica – Fratelli * Formação Breve em Psicoterapia Breve – Fratelli * GE: A Clínica com Mulheres Vítima de Violência – Fratelli * Transtornos Alimentares – Fratelli
Português
50 Minutos.
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Condicionada à disponibilidade de agenda; faltas são cobradas.
A terapia é um espaço de escuta e acolhimento, conduzido por um psicólogo, que tem como objetivo ajudar você a compreender melhor seus sentimentos, pensamentos e comportamentos. É um processo que promove autoconhecimento, equilíbrio emocional e qualidade de vida.
A abordagem terapêutica é o método de trabalho do psicólogo — ou seja, o caminho teórico e prático que ele utiliza para compreender as questões do paciente e conduzir o processo terapêutico. Cada profissional tem sua própria abordagem, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicanálise, Abordagem Fenomenológico-Existencial, entre outras.
O primeiro contato serve para que você e o psicólogo se conheçam. É o momento de falar sobre o que tem te incomodado, esclarecer dúvidas sobre o processo e alinhar expectativas. Não é necessário ter tudo “preparado” — o importante é dar o primeiro passo. O psicólogo vai conduzir esse momento com acolhimento e escuta, ajudando você a se sentir à vontade.
Sim. Todo o conteúdo das sessões é protegido pelo sigilo profissional, conforme determina o Código de Ética do Psicólogo. Isso significa que tudo o que é dito fica entre você e o profissional, garantindo um ambiente seguro e de confiança.
O atendimento online acontece por vídeo, em plataformas seguras, no horário combinado entre o paciente e o psicólogo. Ele é reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia e oferece a mesma qualidade e eficácia do atendimento presencial, com a vantagem da comodidade e da flexibilidade de local.
Sim. Diversos estudos mostram que o atendimento online é tão eficaz quanto o presencial. O mais importante é o vínculo estabelecido com o psicólogo e o comprometimento com o processo. Muitas pessoas, inclusive, se sentem mais à vontade por estarem em um ambiente familiar.
Cada profissional define suas próprias políticas, mas, em geral, é importante avisar com antecedência caso precise remarcar ou cancelar uma sessão. Esse cuidado garante o bom andamento da terapia e o respeito pelo tempo de ambos.
Se você tem se sentido sobrecarregado, ansioso, desmotivado ou com dificuldade para lidar com emoções e situações do dia a dia, a terapia pode ser uma boa opção. Você não precisa “chegar no limite” para buscar ajuda — cuidar da mente também é uma forma de prevenção e de fortalecimento emocional.
Na maioria dos casos, as sessões acontecem uma vez por semana, mas isso pode variar de acordo com a necessidade de cada pessoa. O psicólogo e o paciente decidem juntos a frequência que melhor se adapta ao processo terapêutico.
Não há um tempo fixo. A duração depende das suas demandas e do ritmo de cada processo. Algumas pessoas percebem mudanças significativas em poucos meses, enquanto outras optam por continuar por mais tempo, como uma forma de autoconhecimento contínuo.